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O programa proposto prevê a ocupação de dois terrenos de bairros distintos (separados pelo Canal do Mangue) por moradias, hotéis, centro de convenções, apart-hotéis, edifícios comerciais e centro empresarial. Durante as Olimpíadas, esse conjunto de edifícios formaria um Campus Olímpico, com Vila da Mídia, Vila dos Árbitros e Hotel e Centro de Exposições. A ligação dos terrenos aconteceria por meio de um edifício-ponte, que abrigaria áreas comerciais em uma rua de pedestres coberta. No segundo pavimento haveria uma área descoberta
cliente
Prefeitura do Rio de Janeiro
área da propriedade
132.000 m²
área construída
660.000 m²
unidades hoteleiras
1.620
unidades residenciais
5.111
localização
para pedestres, ciclistas e pequenos veículos elétricos. A ideia parte, pois, da geração de um espaço urbano confortável para pedestres. Assim, o estacionamento, em vez de localizar-se no subsolo ou elevar-se como um embasamento, seria como que um pequeno morro, numa continuidade das ruas da vizinhança, subindo de modo leve. Ocupando ambos os terrenos dessa maneira, seria possível aumentar a permeabilidade do entorno para pedestres, em conjunto com a proposta trazida pelo edifício-ponte.